1 – O início
Dia 03/08/2019
Mais um dia comum, acordar, tomar
café e ir para o laboratório, o objetivo, trabalhar em uma pesquisa sobre
cultivo de plantas indoor e o impacto que isso poderia ter sobre a produção de nutrientes,
se tivesse certo poderíamos alcançar mais produção com menos impacto ambiental,
e de quebra devolver nutrientes e sabor a planta e vegetais. Acordei as 03:30
da madrugada para chegar no laboratório as 5, hoje será mais um dia que verei o
sol nascer quadrado.
Antes de sair beijo delicadamente
minha esposa, ela resmunga algo como sempre o faz, mas desta vez eu não
entendi, o que importa e ir cedo e sair cedo, hoje o dia será agitado.
Trabalho com uma equipe concisa, sou
o responsável pelo projeto que tem interesses comerciais por trás, mas se
comprovado servirá para minha tese de doutorado, o que acaba por ser um grande
upgrade em termos de carreira, uma pesquisa minimamente relevante, mas se
apontar o óbvio vai ajudar uma “parcelinha” de algo do mundo ir em uma direção
melhor.
Mas meu dia foi regido a
verificar status, ajustar a aclimatização e regular os novos ciclos circadianos,
fazer a verificação de kilowatt consumidos, etc. Tem que deixar todos os
aspectos da pesquisa alinhado com extremo rigor, afinal tem algumas aferições a
mais que são interessantes serem feitas. Por volta das 12 horas chega o doutor
em Biotecnologia Maurício Motta de Avellar Alchornne, ele desta vez não vem a
nosso encontro, desconfio que ele chegaste apenas por alguns sons abafados de
murmurinhos que ecoam ao longe. Teria que verificar se é verdade, a ideia seria
coletar algumas biópsias de exemplares já maduros para coleta de dados, mas
nosso maquinário de biópsia é antigo e demorado, ainda tinha pela noite desse
dia daria ensinamentos a um cara, pegaria minha filha na escola, daria duas
aulas de magistério e já sairia arrumado para encontrar meu amor no teatro.
Não sou um homem de muitos luxos,
tenho uma casa legal, nem muito grande nem muito pequena, tem um quarto para
minha filha e um para minha enteada, a outra mora longe com o noivo, minha mãe
mora em outra cidade e meu pai já é falecido, mas meu sonho é mudar para uma
casa de madeira em uma região de litoral, apesar da lógica gritar que esta é
uma péssima ideia. Porém minha carreira e conforto financeiro vem em primeiro
lugar. Por isso leciono em faculdades para ter um extra.
- Senhor Daniel, agora só falta a revisão de
marcadores de nutrientes, mas este tipo de biópsia toma tempo, provavelmente só
teremos o resultado mais tarde. – Relata Katleen já me vendo terminando alguns
relatórios, é como se ela soubesse que vou sair mais cedo, mas quem dera,
cheguei de madrugada.
- Sabe se o doutor Mauricio está no prédio? -
Faculdade, pegar filha na escola, treinar aquele nerd, ir ao teatro com minha
esposa, agenda cheia e complicada, minha enteada poderia pegar a irmã na
escola, a aula que tenho que dá para...
- Ele acabou de confirmar que que vai ficar, -
a interrupção alivia os meus pensamentos em fervorosa, enquanto ela relaxa os
dedos na tela do celular - ficou atolado com uns relatórios que ele esqueceu de
preencher, sabe como ele é!
- Típico dele, quem curte preencher
relatórios, se não fosse nescessário acho que ninguém faria, estou desde as 5 da
manhã trabalhando nisso, são 15 horas, então vou deixar por ele para verificar
os resultados. Mas pode deixar que irei falar com ele!
- Manda um abraço para dona Dione por mim! – Ela
sorri brevemente de forma simpática.
- Pode deixar que mando sim! –
Pisco para ela em retribuição – Tenha um bom trabalho, pode deixar que o
Mauricio registra os resultados! Até amanhã!
Acenamos e sigo em direção a saída do
laboratório.
Faço todo o procedimento e passo
para avisar o doutor Mauricio, ele fica de cuidar do registro da biópsia e a Katleen
vai coletar, assim fica bem distribuído o trabalho.
Vou direto para o campo que fica
40 minutos da empresa, hoje o treino será com armas.
- Senhor Daniel! – Gustavo faz a
saudação como habituado.
Ele sempre no horário, uniforme
limpo e a postos, queria uma aula personal com uma novidade, e dá para ver que
ele está ansioso.
Devolvo a saudação e digo:
- Hoje nosso tempo é curto como falei, então
faremos um treino mais estático digamos assim. – Antes que ele possa falar algo
tiro dois objetos, um negro e o outro branco, jogo o negro para ele que segura
todo estabanado – Tá na hora de começar a aprender o Nunchaku. Primeira regra:
Não seja burro! Segunda Regra: Esse Nunchaku branco chamuscado é meu, se
encostar na minha bençã tu morre! – Falo em tom de ameaça e depois solto um
risinho para descontrair.
Ele segura o objeto demonstrando
total falta de afinidade, mas ainda um encanto.
- Se fosse uma guria tu já tinha tomado um
fora e um xingo. – Ele olha em reprovação – Vamos relembrar o básico de
corrente e entender onde isso se conecta com a arma. Mas antes o aquecimento
pulmonar, coloca a arma no chão a frente e entra em posição de Kima Jaze*.
Prosseguimos para os exercícios de
respiração contraindo o corpo como um todo, ao mesmo tempo que travamos e
soltamos o ar, depois uns exercícios para soltar o corpo, e iniciamos com os primeiros
golpes.
Relembrando técnicas com um pano
amarrado na ponta, assim lembrando os golpes básicos longos e depois curto,
assim ele pega rapidamente a ideia da arma, depois coloco um pouco de kompop*
combinando com os ataques laterais e movimento triangulados para ataques
diagonais, passando a ideia geral da arma.
Depois de uma sequência de alguns
exercícios a aula se encerra.
- Ky You! - Dizemos ao mesmo tempo.
- Treine! Adiantei a aula da próxima semana
para tu!
- Pode
deixar senhor Daniel.
- Sua
casa fica na direção do colégio Francisco Melo né?
- Fica
sim, porquê?
- Se quiser
eu te deixo em casa!
- Não
precisa se incomod...
- Se não
quiser tudo bem, só pensei porquê para mim é caminho, já te adianta uma
skeitada??? – Falo fazendo careta apontando pro Skate na mão dele.
- Neste
caso agradeço então senhor! – Fala enquanto dá de ombros e segue em direção ao
carro.
No
caminho ele fala como tomou coragem de chamar a garota para sair, ultimo ano do
ensino médio, vai ter que ir para alistamento obrigatório, como o pai é um ex-militar
capaz que entre no exército, e me lembro das rodinha lá na academia, ele já era
afim da guria a tempos, mas as vezes se sentir sem saída faz a gente avançar,
bem e as vezes é só o que precisamos, avançar.
Deixo
ele em casa, e vou direto para escola pegar ela.
Entro na escola com um aceno para
as inspetoras, como minha guria é pequena fica tudo bem de ir até a sala buscar
ela, passo pelo refeitório e sigo pela parte coberta a esquerda, ela estava na
porta mas entra assim que me vê, logo entendo que deve estar meio envergonhada
pelo uniforme de treino.
- Olá! – Comprimento a professora.
- Ela já ta vindo! – Responde a professora
devolvendo o comprimento com um aceno.
- Oi pai! Xau tia!
- Como foi a escola hoje?
- Foi chato! Teve que copiar um
montão de matéria, Eu copiei tanto que acho que estou até sem as mão!
- Nossa! Então como vai fazer
para vir para escola amanhã? – Falo simulando espanto enquanto caminhamos já
para fora da escola?
- Não vou conseguir, meus braços
estão doendo e estou sem mãos, posso ficar em casa amanhã? – Fala ela envergonhada,
mas querendo um pretexto para faltar.
- Só se a gente for no hospital pegar um
atestado que seus braços desintegraram! – Debochadinho...
- Isso não é justo! – e faz birra
cruzando os braços, só toco a cabeça dela com carinho e percebo um riso tímido.
Chegando em casa não tenho muito
tempo, vou para o Banho e pego minhas coisas.
Nossa casa é térrea, o quarto do
casal é o último, o banheiro fica no corredor antes do quarto, tem o quarto da
enteada mais velha e o quarto menor da mais nova, então entre os quartos tem um
banheiro menor para visitas apenas. Então vem uma cozinha e uma sala, quintal
da frente e quintal do fundo com uma porta lateral para a cozinha e uma porta lateral
para a sala, tirando a conexão interna, na real não sou muito fan de casa
assim, mas conseguimos ela por um bom preço, então mesmo sendo uma casa trem é
uma boa casa.
Com minha cachorrinha me
esperando do lado de fora do banheiro, me troco com ela de olho em tudo,
notando a movimentação de quem não vai ficar em casa, ela olha para as pastas,
pesarosa.
- O meu bem, eu sei, mas papinho
volta mais tarde tá bom? – Falo como se consolando ela – Deixo você dormir aqui
hoje!
- Rãrãrãnhummm Au! Au! – Como quem reclama que
não é o suficiente. Estas últimas semanas tenho ficado bem ausente.
Pego o material para a aula da
faculdade, e me troco, camiseta, camisa, jaqueta, calça Oxford e bota, me olho
no espelho mas mesmo já tendo 30 anos até que ainda encaixa o estilo em mim.
A minha enteada e meu amor chegam
bem na hora de sair, minha enteada da escola e ela do trabalho. Ela abre um
sorrisão quando me vê e eu retribuo ainda com um monte de pastas na mão, deixei
umas matérias separadas para a aula de hoje. Ela vem até mim e passa a mão no
meu cabelo e damos um selinho.
- Todo bonitão de professor. Te
vejo a noite?
Olho aquela exuberância, olhos
cor de mel cabelo cor de fogo, Estava usando uma saia bem grande rodada e uma
blusinha polo, usando um salto pequeno, baixinha me fazia contemplar ela de
cabeça baixa e ansiedade sempre alta, mas tinha que ir.
- Sim, te encontro no teatro.
Damos mais um selinho um pouco
mais demorado, mas ainda rápido, conto as pastas com o tato, uma mochila, três
pastas. Tudo certo!
Durante a primeira aula tudo
corre bem, a outra aula seria uma palestra.
- Vida! Uma probabilidade em um de muitos
universos possíveis, isso se existir muitos universos possíveis, depende do
quanto você gostou de Dark ou de Interestelar, ou depende do quanto gosta de
Isekais também. – A plateia ri um pouco – Não estranhem, vocês estão aqui para
assistir uma plateia que um homem qualquer de meia idade falando sobre as possíveis
origens para vida, isso significa que vocês são tudo nerdolas, que nem este
homem de meia idade que vos fala, mas também significa que tem suas próprias
concepções pessoais sobre vida de modo geral, afinal um gato é vivo, uma
bactéria é viva, eu sou vivo, um vírus é... – Ninguém conclui – Exatamente,
ninguém sabe o que um vírus é, e ninguém liga, só ligamos para a vacina que vai
nos proteger dele, mas percebam que sequer conseguimos definir todas as
possibilidades de um ser ser vivo ou não vivo, na real você pode pensar que é
ou não, mas ainda assim isso não explica a intricada origem caótica e contraditória
da vida! Afinal a lei básica do universo é que o tempo caminha para frente, cosmicamente
está apontando na direção da desordem, o universo sempre tende de sair de um
estado de menor desordem para um estado
de maior desordem, e a vida como ilhas intricadas de ordem com seu ordenamento
genético autorreplicante parece ir contra o senso cósmico, como se tudo não pudesse
ser explicado por forças naturais, seria então Deus? – Antes de alguém cortar
eu logo respondo – Nha, sempre fui muito inclinado para Mitologia Nórdica ou Tupi
por influência de papai, logo teria que escolher em qual acreditar, o que
significaria ser ateu para todo o restante dos Deuses, é uma saída interessante,
mas fácil. Mas estamos olhando o problema sobre o ângulo do porquê a vida
surgiu no universo, como se a vida tivesse alguma relevância para o universo,
que é o prisma que todos olhamos, incluindo cada uma das religiões existentes,
mas hoje proponho olharmos de outro ângulo: E se a vida surgiu no universo por
que ele é como ele é? Mas não, isso é muito chato, pois todas as mitologias e
religiões coloca a vida como um papel de destaque, correto? Mas pense que poderia
ser pior, e se a vida surgiu no universo, pelo universo não só tender a vida,
mas tender a entropia? – Todos se olham confuso – A vida é um estado organizado
de informações que podem ser repassadas de forma organizada a frente correto?
Então... Para um meio tão organizado se manter é preciso que o meio ao redor
seja mudado e permanentemente alterado, e ai eu te pergunto, qual o sistema
ordenado que mais cria desordem dentro de um sistema macro no universo? Esse sistema
é a vida! – Por um minuto percebo que alguns deles nunca tenham se tocado
disso, alguns parecem resmungar algo sobrea humanidade – Mas veja bem, isso não
se trata de nós seres humanos, toupeiras cavando buracos, arvores impedindo
deslizamentos, cianobactérias alterando as concentrações de gases atmosférico ao
ponto de alterar o clima, e nós como bons humanos revertendo o quadro, Mamutes
que compactavam o gelo ártico, e que sem este serviço o gelo fica menos firme e
mais suscetível a mudanças, etc... Desde de uma Efêmera até o Ser Humano a vida
é um dos maiores agentes do caos, então pode ser que todo o universo tende a
vida, pois todo o universo tende ao caos, e não existe caos mais maravilhoso
que o ordenamento da vida!
O pessoal se empolga com o breve
poema no final, mas não perco tempo.
- Agora vamos começar a entender a parte
técnica, depois podem usar essas palavras com a familia no próximo feriado!
Termino a palestra, 20:30, ainda bem
que já vim trocado, ligo para minha esposa!
- Meu bem!
- Oi meu amor, estou a caminho, está com os
ingressos?
- Sim meu amor, eu trouxe o seu
também!
- Tá bom, logo estou aí.
Até as 21:00 dá tempo.
...
Chego a tempo no teatro, a Lucia
um pouco emburrada porque brigou com a irmã, coisa de irmãs e nem me meto, sentei-me
do lado da minha esposa e as crianças do lado dela, assistimos há peça, um
musical sobre uma familia que tem um bar e vai passando pelas eras musicais,
muito boa.
Chegando em casa leio uma história
para a Lucia descansar, já que a Roberta quer falar com a mãe, provavelmente
sobre a faculdade ou algum namoradinho, faço as ordens dessa vez, assim que ela
dorme vou para o quarto e me troco rapidamente, quero descansar hoje.
Logo minha esposa entra no quarto
em trajes de dormir, a camisola sem muita maquiagem, e enfim... Olho medindo-a da
cabeça aos pés e solto um suspiro, ela nota minhas intenções e lança um olhar
meio meigo mas com um fundo provocador.
- Que
foi? – Pergunta inocente com bochechas coradas e sorriso safado.
- Nada
não! É só que tem uma mulher muito gostosa no quarto! – Falo enquanto ela se senta
na beira da cama.
Venho
por trás dela com calma meio que massageando os ombros, beijando o pescoço
então ela sussurra.
Ela
fala:
- Amor, a porta... Tem que fechar
a porta!
Eu olho para ela, ela olha para
mim, e vou fechar a porta.
Dia 04/08/2019
Acordo meio tarde, já é umas nove
hora.
Desligo o despertador que toca,
minha esposa ainda não acordou, nem as meninas, chegamos em casa tarde, acho
que vou deixar o cardio para mais tarde, depois da passada pelo laboratório
para chegar os resultados.
A Luna late muito para a rua lá
no quintal, nossa, ela pulou a janela, pois eu sei que a Dione ela deixou
entrar durante a noite.
- Luna! O que foi?
Ela impassiva latindo não para a
rua, mas para a casa do vizinho, como se tivesse algo, o nosso muro é baixo, e casa
mais alto, então estico os olhos e meu santo Thor! Sangue.
Aquilo foi inesperado.
- Meu bem, o que está acontecendo? Surge minha
esposa tirando minha concentração da cena a frente!
Ela toma um sustou ao ver cobrindo a boca mas
não grita.
Me aproximo e falo baixo para ela:
- Meu amor, tem sangue na janela – aponto pela
nossa janela mostrando a janela deles - do senhor Omar e a dona Gertudes, liga
para ambulância e para a polícia, vou ver o que posso fazer.
A Luna gruinhim rosnando, meio
que brigando, e neste momento eu vejo, não sei o que era, mas não era humano,
segurando a Luna pela barriga e apertando enquanto ela tenta morder aquele ser humanoide
já dentro do nosso quintal.
Mas não importa, se tem um corpo
fisico pode ser ferido, se pode ser tocado pode ser morto, e se mexeu com o ser
que eu amo então ele será morto!
Passo pela porta e encho a mão em
um soco que nem move o rosto da criatura, mas chama a atenção dela, a pele tenaz
como pele humana mas grossa como o couro de um crocodilo, a criatura larga ela
que se afasta mas já entra em posição de combate. E a criatura com os braços na
lateral do corpo, olhos negros, pele pálida, dois pares de caninos a mais e
mais proeminentes, mão com unhas grossas e longas, com garras retas na real, os
pés também, indicando que apesar de bípede os pés são usados para luta.
- Faz o que te mandei e fecha a porta. – Grito
enquanto me movo chamando a atenção da criatura para longe da porta de entrada.
Cada segundo é crucial, sem
perceber mas nenhum bicho e com a Luna ao meu lado a criatura usa uma investida
tentando acertar um golpe com as garras, mas não em direção curva, mas retilínea
como se querendo furar meus olhos, abaixo e circulo me mantendo em posição de
combate e a Luna não avança, ela que apesar de não ter sido adestrada tem uma
sinergia peculiar, ela vai avançar se eu atacar, e como eu vou atacar vai
definir a intensidade do ataque ela, porem suas mordidas mal deixaram marcas, e
o trapézio ou similar da criatura permitiu ele de absorver o soco.
Ele tenta se virar rápido atacando
com o braço oposto o mesmo golpe, impacto interno, faço o movimento de seio
nage adaptado porém afundo no meio do movimento o braço para baixo, preciso da
resposta se o aparelho respiratório é semelhante, se for será xeque mate no
próximo movimento, se não terei que atacar as articulações.
Mas o espasmo e a “tosse” reflexo
mostra que apesar de ser muito resistente, pois um golpe assim mataria a
maioria das pessoas, sim, o aparelho respiratório é humano, inclusive a forma
como o espasmo se comporta em seu aspecto visível é similar a de um humano.
Sem dar chance da criatura se
recuperar piso em seu pescoço afundando a cartilagem para dentro e a Luna avança
rasgando o pescoço daquilo.
Esse está morto, mas olho pelo
portão na rua, mais sangue, certeza que tem outros, precisarei encontrar uma
saída urgente.

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